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6.1 Análise fatorial pelo modo “Q” . ... 7.1 Análise fatorial R-Q simultânea . ..... A análise de componentes principais não é sinônimo de análise fatorial ou análise ...

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Análise Estatística de Dados Geológicos Multivariados — Prova 5 — 1/9/2011 — Maluhy&Co. — página (local 3, global #3)

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Aos meus alunos

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Análise Estatística de Dados Geológicos Multivariados — Prova 5 — 1/9/2011 — Maluhy&Co. — página (local 7, global #7)

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” — APRESENTAÇÃO

Recebi o convite para escrever a apresentação de mais esta obra do Prof. Paulo Landim, Análise estatística de dados geológicos multivariados. É um convite que me deixou profundamente envaidecido e orgulhoso, pois considero o autor uma pessoa mais que especial. O Prof. Paulo Milton Barbosa Landim graduou-se em Geologia em 1961, na Universidade de São Paulo (USP). Desde então foi construindo uma respeitável carreira acadêmica, que passou pelo Doutorado na USP em 1967, Pós-doutorado em 1967-1968 na University of California e na Northwestern University, Professor Livre-docente em 1970 e Professor Titular de 1978 até 1998 da Universidade Estadual Paulista (Unesp – Rio Claro). Na Unesp, foi diretor do Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) entre 1981 e 1984, Vice-Reitor de 1985 a 1988, e Reitor de 1989 a 1993. Insatisfeito com a aposentadoria ocorrida em 1998, permanece dando aulas e orientando seus alunos de graduação e pós-graduação como Professor Voluntário da Unesp – Rio Claro. Por tudo isso e por uma sólida produção voltada especialmente à estratigrafia e à quantificação em geologia, recebeu o título de Professor Emérito da Unesp. Por isso, além de o Prof. Paulo Milton Barbosa Landim ser um verdadeiro acadêmico e um especialista, o Paulo Landim é uma pessoa especial. As ciências que estudam este sistema extremamente complexo – a Natureza – estão cada vez mais fundamentadas e exigentes na quantificação das variáveis. O avanço tecnológico deu origem a uma farta “caixa de ferramentas” capaz de quantificar formas, dimensões, posições e conteúdos, que fornece valores cada vez mais precisos, os quais tornam possível estabelecer relações de causa e efeito dos fenômenos geológicos e suas interações com outros atores da natureza. É evidente que, com a geologia, isso não é diferente.

Análise Estatística de Dados Geológicos Multivariados — Prova 5 — 1/9/2011 — Maluhy&Co. — página (local 8, global #8)

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Análise estatística de dados geológicos multivariados

Houve um tempo em que a observação visual dos afloramentos e algumas medidas com bússola e trena, bem como análises de granulometria ou de química por via úmida, eram suficientes para a montagem do quadro. Depois vieram técnicas mais sofisticadas de laboratório, como as baseadas na espectrografia de raios X, de absorção atômica e de plasma induzido e de microssonda eletrônica, além das tecnologias digitais de cartografia e de imageamento por sensores remotos, capazes de gerar grandes quantidades de dados. Atualmente, os equipamentos portáteis de coleta de dados produzem dezenas de dados por segundo, medindo desde as vibrações do terreno até a composição química da água e de materiais sólidos, e também dados de posicionamento via GPS, os quais são transmitidos ao escritório no momento exato em que foram coletados em campo. Toda essa quantidade e diversidade de dados produzidos a custos relativamente baixos são arquivados em gigantescos bancos de dados. Se o processo terminasse aqui, estaríamos satisfeitos; no entanto, para que essas enormes e complexas massas de dados forneçam informações e deem suporte a conclusões confiáveis, elas necessitam