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Estudo Dirigido: Observação de aula. Habilidade: Raciocinar de forma crítica e analítica. Professora: Claudia Zuppini Dalcorso e Silvana Ap. Santana Tamassia.

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Leitura: Atividade Discursiva 1 – 2015/2

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Leitura: Atividade Discursiva 1 – 2015/2

Estudo Dirigido: Observação de aula Habilidade: Raciocinar de forma crítica e analítica Professora: Claudia Zuppini Dalcorso e Silvana Ap. Santana Tamassia Tema: Leitura

Caro(a) aluno(a)! Esta atividade discursiva vale uma porcentagem em sua frequência neste ED, antes de respondê-la, estude o texto teórico e o complementar, anexos a esta atividade.

Observações: 1) O registro e o controle de frequência são feitos automaticamente pelo Portal Universitário. Dessa forma, a sua frequência somente será registrada através do envio e alcance mínimo de 60% dos indicadores. Portanto, não se esqueça de salvar e enviar a atividade ao concluir a tarefa. 2) O manual do aluno traz informações importantes, sobre os Estudos Dirigidos. Leiao com atenção e consulte-o sempre que tiver alguma dúvida. 3) Ao redigir as suas respostas às questões dissertativas, espera-se que você elabore textos com no mínimo 3 parágrafos, que contenham introdução, desenvolvimento e a conclusão. Textos em formatos de tópicos, por exemplo, não atenderão à estrutura de elaboração das respostas.

Boa Atividade!

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Leitura: Atividade Discursiva 1 – 2015/2

ATIVIDADE DISCURSIVA I – Leitura

A LEITURA EM TODAS AS DISCIPLINAS Silvana Ap. Santana Tamassia 1 Introdução Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor. (BOFF, 1997, p. 9)

Embora seja papel social da escola formar leitores e escritores autônomos, as instituições, em geral, ainda não desenvolvem essa tarefa com plenitude. Prova disso é o índice de alfabetismo rudimentar e básico que, segundo o INAF 2, permanece alto no Brasil. Os dados mostram que em dez anos (2001/2002 a 2011/2012) não houve aumentos significativos, pois embora o nível rudimentar tenha diminuído de 27% para 21% e o nível básico tenha aumentado de 34% para 47%, ainda assim o alfabetismo pleno se mantém em 26% nesses anos, ou seja, apenas a minoria da população é plenamente alfabetizada, consegue ler e compreender textos complexos e expressar o que pensa de forma escrita. A partir dessa realidade, acreditamos que a leitura deva ser um foco central de atuação de qualquer professor, em qualquer disciplina. Sendo assim, este artigo visa colaborar com a formação do professor, especificamente com relação ao ensino e aprendizagem da leitura, e relatar o uso de técnicas como ferramentas de um trabalho de excelência. Para que ler? Muitos pesquisadores escreveram sobre as possibilidades de leitura na escola e sobre as relações e interações que se dão neste momento que pode ser tão prazeroso. Todos eles contribuem significativamente para a compreensão didática que se estabelece na escola ou fora dela. No entanto, dentre os mais diversos e importantes autores que abordam o tema, citaremos, neste artigo, três que contribuirão para conceituar a leitura. Lerner (2002) afirma que a leitura é, antes de tudo, um objeto de ensino, e, para que também se transforme num objeto de aprendizagem, é necessário que tenha sentido do ponto de vista do aluno, o que significa que deve cumprir uma função para a realização de um propósito que ele conhece e valoriza. Dessa forma, o olhar do sujeito leitor se faz Mestre em Educação: Currículo pela PUC-SP e sócia-fundadora da Elos Educacional – [email protected] 2 INAF: Indicador de Alfabetismo Funcional. Nível Rudimentar: corresponde à capacidade de localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares. Nível Básico: corresponde à capacidade de ler e compreender textos de média extensão, localiza informações mesmo que seja necessário realizar pequenas inferências. Níve