Estivemos pela primeira vez entre os parintintin, em

http://www.museudoindio.gov.br/images/museuaovivo/jornal_site_n04_pesado.pdf. “Estivemos pela primeira vez entre os parintintin, em 1985, fazendo parte de ...

http://www.museudoindio.gov.br/images/museuaovivo/jornal_site_n04_pesado.pdf     

“Estivemos pela primeira vez entre os parintintin, em 1985, fazendo parte de uma  equipe da Funai, com o objetivo de iniciar o processo de  regularização administrativa de suas terras.  Logo que começamos os estudos junto aos parintintin,  chamou-nos atenção o intenso processo de mudança a que  foram submetidos. Eles adotaram vários costumes do  segmento da população brasileira com o qual estão em  contato desde 1923. Todos utilizam o português para se  comunicar, além de sua língua materna, o tupi kagwahiv.  Fazem uso de roupas e de alimentos industrializados.  É correto afirmar que, mesmo tendo sofrido mudanças, não  deixaram de ser um grupo distinto do nacional, com  características e necessidades próprias.”